É legitimo que se eleja por sufrágio universal, e que do simples acto derive a vontade popular de escolha, esta será a contemporaneidade que reside entre dois factos, naquilo que nos habituamos em chamar democraticamente eleito. A palavra democracia não existe no Estado actual, o que reside na nossa Sociedade é um Estado fundamentado na plutocracia onde preponderância de homens ricos na governação pública é acometida sobre o poder político, quando assim é; existe uma imparcialidade de direito que não é exercida e que deveria ser fundamental, sucedem-se os desequilíbrios, as desigualdades e também uma passividade generalizada, mas acima de tudo não deixa de haver argumento hipócrita de quem governa em manter aquilo que é vantajoso para alguns e injusto para outros. Neste actual fastígio, onde o nosso passado e actual elenco político tem contribuído para a actual chafurdeira em que nos encontramos o pleito não unifica a trabalharmos numa única direcção, por mais incrível que possa parece...