Como é que o Governo combate uma crise, sendo o mesmo, o estouno de si próprio, o estado calamitoso da própria crise, dum enfandonho e pequeno reino lusitano arremetido á completa reinação e à mercê diária de ditos profetas enfaziadores da palavra, só cá falta a inevitável comparação “há muito países pior do que nós”,“A prioridade é executar as medidas já anunciadas, mas iremos ver se são precisas mais” dito desta forma, valem mais acções que as constantes e derradeiras teorias, baseados no optimismo precoce de quem parece insistir em ver rosas sem espinhos.