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...«Há apenas uma semana, em apenas quatro anos, o editor desta página visitou pela quinta vez Lisboa, arrependendo-se pela quarta vez de ter feito i
sto. Portugal não merece ser visitada e os portugueses não merecem nosso reconhecimento. É como visitar a casa de um parente malquisto, invejoso e mal educado. Na sexta e no sábado, dias 24 e 25, Portugal submergiu diante de um dilúvio e mais uma vez mostrou suas mazelas. O País real ficou diante de todos. Portugal é bonito por fora e podre por dentro. O dinheiro que a União Européia alcançou generosamente para que os portugueses saíssem do buraco e alcançassem seus sócios, foi desperdiçado em obras desnecessárias ou suntuosas. Hoje, existe obra demais e dinheiro de menos. O pior de tudo é que foi essa gente que descobriu e colonizou o Brasil. É impossível saber se o pior para os brasileiros foi a herança maldita portuguesa ou a herança maldita católica. Talvez as duas . »
sto. Portugal não merece ser visitada e os portugueses não merecem nosso reconhecimento. É como visitar a casa de um parente malquisto, invejoso e mal educado. Na sexta e no sábado, dias 24 e 25, Portugal submergiu diante de um dilúvio e mais uma vez mostrou suas mazelas. O País real ficou diante de todos. Portugal é bonito por fora e podre por dentro. O dinheiro que a União Européia alcançou generosamente para que os portugueses saíssem do buraco e alcançassem seus sócios, foi desperdiçado em obras desnecessárias ou suntuosas. Hoje, existe obra demais e dinheiro de menos. O pior de tudo é que foi essa gente que descobriu e colonizou o Brasil. É impossível saber se o pior para os brasileiros foi a herança maldita portuguesa ou a herança maldita católica. Talvez as duas . »Exmo. (Sr.) Polibio Braga,
Em referência à sua tão apelativa nota (!?) ...«Portugal não merece ser visitada e os Portugueses não merecem o nosso reconhecimento ».
Caro Sr.; perguntar-lhe-ei, se não haverá uma acometida frustração, que defina o seu estado achacoso, ou se pura e simplesmente, seja um sintoma permanente desalinho genético, que me perdoem todos os cafuzos (caboré), nesta singela e retumbante comparação que decerto merecerão muito mais o meu reconhecimento.
Devido ao seu estado achaboucado, em nada lhe recomendaria uma futura visita por terras Lusas, não vá arrepender-se novamente! Quanto à má educação, certamente não estarei à sua altura!? Invejo-o unicamente pelo o facto de não o poder galardoar com distinta esfinge do Padrão dos Descobrimentos na lapela do seu casaco. Pois esse facto é meritório pelo arremetimento prosaico de crítica infundada, na qual nem ouso chamar jornalismo.
A colonização do Brasil é irremediavelmente uma contingência do nosso passado histórico e cultural, na qual não podemos erradicar, parece que estamos na fase de redescobrir pessoas como V. Exa. , apelativas em toda a sua condição.
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