Meus congéneres cidadãos: parem de criticar os propósitos bem-intencionados do nosso Governo! Ao fazê-lo, estamos a aliar-nos à falta de esperança em sermos um país renovado. Além do mais, a filantropia até existe, mas deforma qualquer "nabo" na fase momentânea em que este comece a pensar com otimismo — essa derradeira expressão que já nem sequer se planta. Eu sei... Não temos agricultura, mas temos nabos!
Antes de chegar a este extenso nabal, temos a nabinha: a semente do nabo, pertencente à família das Brassicáceas e que cresce de forma espontânea em Portugal por quase toda a parte. Corremos o sério risco de nos tornarmos um "País de Nabos". Portanto, o problema dos nabos reside na nabinha; sem esta não haveria nabos e, consequentemente, todos os nutrientes que deles derivam. Logo, não existiria a saborosa sopinha de nabo.
Os nabos contribuem atualmente para a estupidificação das massas, sendo provável que aqui resida a origem do spot publicitário, que há algum tempo caiu em desuso, de que "o que é nacional é bom". Vamos então verificar a variedade de espécies de nabos e o seu respetivo entrosamento na sociedade atual:
Nabo 1: Aqueles que proclamam direitos através do voto e que, normalmente, nunca são ouvidos quando se antevê o dia das eleições, após as habituais charadas de pré-campanha e compromissos eleitorais. Elegem, se preciso for, o "Nabo A" ou o "Nabo B", sabendo-se à partida que fica tudo na mesma ou pior... E aqui estamos a falar muito democraticamente.
Pior ainda é que temos poucos nabos, logo poucas serão as opções. Portanto, a sopa continua com o mesmo paladar e com as mesmas massas! Como é que o que é nacional pode ser bom? Se o "Nabo 1" ainda está na fase da rama (nabiça), peca pelo discernimento lógico. Com este comportamento atípico, insere uma ação que é silenciada pela indiferença e que só se torna reativa quando advém de atitudes praticadas pelos "Nabos A ou B", visto que estas põem em causa todo este extenso nabal. Temos de nos convencer: somos mesmo nabos por termos de aturar isto!
Portugal não merece ser visitada e os portugueses não merecem nosso reconhecimento http://www.polibiobraga.com.br/ ...«Há apenas uma semana, em apenas quatro anos, o editor desta página visitou pela quinta vez Lisboa, arrependendo-se pela quarta vez de ter feito i sto. Portugal não merece ser visitada e os portugueses não merecem nosso reconhecimento. É como visitar a casa de um parente malquisto, invejoso e mal educado. Na sexta e no sábado, dias 24 e 25, Portugal submergiu diante de um dilúvio e mais uma vez mostrou suas mazelas. O País real ficou diante de todos. Portugal é bonito por fora e podre por dentro. O dinheiro que a União Européia alcançou generosamente para que os portugueses saíssem do buraco e alcançassem seus sócios, foi desperdiçado em obras desnecessárias ou suntuosas. Hoje, existe obra demais e dinheiro de menos. O pior de tudo é que foi essa gente que descobriu e colonizou o Brasil. É impossível saber se o pior para os brasileiros foi a herança maldita portuguesa...
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