Meus congéneres cidadãos: parem de criticar os propósitos bem-intencionados do nosso Governo! Ao fazê-lo, estamos a aliar-nos à falta de esperança em sermos um país renovado. Além do mais, a filantropia até existe, mas deforma qualquer "nabo" na fase momentânea em que este comece a pensar com otimismo — essa derradeira expressão que já nem sequer se planta. Eu sei... Não temos agricultura, mas temos nabos!
Antes de chegar a este extenso nabal, temos a nabinha: a semente do nabo, pertencente à família das Brassicáceas e que cresce de forma espontânea em Portugal por quase toda a parte. Corremos o sério risco de nos tornarmos um "País de Nabos". Portanto, o problema dos nabos reside na nabinha; sem esta não haveria nabos e, consequentemente, todos os nutrientes que deles derivam. Logo, não existiria a saborosa sopinha de nabo.
Os nabos contribuem atualmente para a estupidificação das massas, sendo provável que aqui resida a origem do spot publicitário, que há algum tempo caiu em desuso, de que "o que é nacional é bom". Vamos então verificar a variedade de espécies de nabos e o seu respetivo entrosamento na sociedade atual:
Nabo 1: Aqueles que proclamam direitos através do voto e que, normalmente, nunca são ouvidos quando se antevê o dia das eleições, após as habituais charadas de pré-campanha e compromissos eleitorais. Elegem, se preciso for, o "Nabo A" ou o "Nabo B", sabendo-se à partida que fica tudo na mesma ou pior... E aqui estamos a falar muito democraticamente.
Pior ainda é que temos poucos nabos, logo poucas serão as opções. Portanto, a sopa continua com o mesmo paladar e com as mesmas massas! Como é que o que é nacional pode ser bom? Se o "Nabo 1" ainda está na fase da rama (nabiça), peca pelo discernimento lógico. Com este comportamento atípico, insere uma ação que é silenciada pela indiferença e que só se torna reativa quando advém de atitudes praticadas pelos "Nabos A ou B", visto que estas põem em causa todo este extenso nabal. Temos de nos convencer: somos mesmo nabos por termos de aturar isto!
Governo reduz para seis meses período de subsídio de desemprego a jovens 29.10.2005 - 18h16 Lusa Não existe maior tristeza; que é a ilusão... a notoriedade dos nossos políticos continua a fazer-se notar, pelas " grandes" decisões de tapa buracos e nem sequer o mínimo discernimento lógico se compadece destas tão brilhantes mentes;que afligidas pelo rigor orçamental desatam a conceber a panóplia verbal que vociferam e apregoam com tanto rigor. Reequilibrar o sistema no pagamento dos subsídios de desemprego–" Trata-se de proteger mais os cidadãos que mais precisam" ... e daí, define-se o reequilíbrio do sistema – Sr. Ministro... Não se iluda, nem vá pelo caminho mais fácil, para não ter tão apegada desilusão... Porque não é assim que se reequilibra o sistema, há muito tempo que ele anda desequilibrado e nem por isso o resultado lhe confere a presente realidade de uma evolução daqueles que mais precisam... No que confere à fraude Sr. Ministro; rebate-se por uma afirma...
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