Existe quem diga que para a política nacional é necessária uma consolidação base, que se ponha preceitos reformistas, esta será sempre a fórmula clara que identifica a ideia, pois bem; poderia-se começar por reformar a primeira pessoa que vote em consciência, isto porque não adianta pedir generosamente aos mandatários que exercem o poder governativo que actuem em conformidade com aquilo a que se propuseram, ou este inolvidável facto não ser novidade para ninguém!?
Seria desejável, que conscientemente se alinhe a teoria à prática e não se opte por uma permanente alienação da mesma, continuamos de uma forma caprichosa a insistir em termos o nosso “backyard” muito mal amanhado.
Temos Ministérios, Ministros e outras coisas mais, com fartura, em troca temos aquilo que menos falta nos faz, a obstinação da nossa decisão mediante o acto eleitoral, deriva desta casualidade, desenha-se sob uma forma que nos é imposta, tendo como argumento, os conceitos ditos democráticos, se é este o País que se constrói, então resta-me dizer:
- Que, estou Feliz por estar (Desempregado);
- Que, estou Feliz por ter um sistema de saúde e educação (eficaz);
- Que, estou Feliz por ter um (sistema político), que despreza e desrespeita os princípios para a qual foram eleitos...
Nesta “felicidade irradiante” que há muito tempo, eu próprio expresso no boletim voto, será sempre dito da mesma forma: - Nenhum dos candidatos aqui expostos reúne as condições necessárias para o meu voto. – Mais consciente do que isto, parece-me ser impossível!...
Tenho aversão ao despotismo, que nos continua a encravar nesta permanente palhaçada, de partidos e pseudo partidos de oposição, alguns destes parentes da classe dos atrópodes (infelizmente), prescrevia o uso de replente, a situação está a tornar-se demasiado pegajosa.
Perdoem-me todos aqueles que exercem a política com algum rigor e seriedade, porque também os há...
(Assinado um; um ex-empregado,um ex-eleitor)
Seria desejável, que conscientemente se alinhe a teoria à prática e não se opte por uma permanente alienação da mesma, continuamos de uma forma caprichosa a insistir em termos o nosso “backyard” muito mal amanhado.
Temos Ministérios, Ministros e outras coisas mais, com fartura, em troca temos aquilo que menos falta nos faz, a obstinação da nossa decisão mediante o acto eleitoral, deriva desta casualidade, desenha-se sob uma forma que nos é imposta, tendo como argumento, os conceitos ditos democráticos, se é este o País que se constrói, então resta-me dizer:
- Que, estou Feliz por estar (Desempregado);
- Que, estou Feliz por ter um sistema de saúde e educação (eficaz);
- Que, estou Feliz por ter um (sistema político), que despreza e desrespeita os princípios para a qual foram eleitos...
Nesta “felicidade irradiante” que há muito tempo, eu próprio expresso no boletim voto, será sempre dito da mesma forma: - Nenhum dos candidatos aqui expostos reúne as condições necessárias para o meu voto. – Mais consciente do que isto, parece-me ser impossível!...
Tenho aversão ao despotismo, que nos continua a encravar nesta permanente palhaçada, de partidos e pseudo partidos de oposição, alguns destes parentes da classe dos atrópodes (infelizmente), prescrevia o uso de replente, a situação está a tornar-se demasiado pegajosa.
Perdoem-me todos aqueles que exercem a política com algum rigor e seriedade, porque também os há...
(Assinado um; um ex-empregado,um ex-eleitor)
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