Não me revejo em conteúdos politico ou sociais de partidos que diariamente, discutem permanentemente assuntos que em nada interressarão ao País e nos assolam de forma incessante e cansativa, sem que haja uma certa displicência nos deputados pela forma com que assuntos ditos sérios, possam ser constantemente escamoteados e extrapolados num vazio em que contemplo coma certa triteza, diria que é contrário à razão funcional dum parlamento!? Não aceito divisionismos nem contestações em matérias que não tenham como fundamento fulcral a destituição da verdadeira democracia na sua plena amplitude de modo a que o verdadeiro sentido, transpareça, hoje e agora. Urge a necessidade de demonstra-lo para que nasça uma nova ordem, uma nova entidade de cara lavada com qualidade representativa acrescida de preceitos democráticos, que a mesma reponha os valores básicos daquilo que todos nós devemos proclamar que seja um parlamento e maneira como este se faz apresentar. As simbologias partidárias já se revelarem desgastadas com o tempo, mas ainda persiste quem as defenda, as formas intentadas por facções politicas, infligem à nossa debilitada democracia, a forma desconcertante e descontinuada de transmissão participativa de cidadãos.
Portugal é de todos e a todos deverá interessar a forma como se ruma ao futuro, penso que essa forma seja apenas possível no colectivo, não estamos na altura certa, nem em formas de transição politicas ou divisionárias, embora a ideia não se revele inovadora será aquela que detém a veracidade de um principio de mudança.
Não serei propriamente um cidadão satisfeito, embora o mesmo sentimento seja comum à maioria dos Portugueses, os sintomas que derivam das políticas de acordo e de bem parecer, parece-me há muito desadequadas é importante que se reconheça isto, é importante, que saibamos construir em vez de nos dirimir em discussões que não nos levam a parte alguma.
Governo reduz para seis meses período de subsídio de desemprego a jovens 29.10.2005 - 18h16 Lusa Não existe maior tristeza; que é a ilusão... a notoriedade dos nossos políticos continua a fazer-se notar, pelas " grandes" decisões de tapa buracos e nem sequer o mínimo discernimento lógico se compadece destas tão brilhantes mentes;que afligidas pelo rigor orçamental desatam a conceber a panóplia verbal que vociferam e apregoam com tanto rigor. Reequilibrar o sistema no pagamento dos subsídios de desemprego–" Trata-se de proteger mais os cidadãos que mais precisam" ... e daí, define-se o reequilíbrio do sistema – Sr. Ministro... Não se iluda, nem vá pelo caminho mais fácil, para não ter tão apegada desilusão... Porque não é assim que se reequilibra o sistema, há muito tempo que ele anda desequilibrado e nem por isso o resultado lhe confere a presente realidade de uma evolução daqueles que mais precisam... No que confere à fraude Sr. Ministro; rebate-se por uma afirma...
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