Não me revejo em conteúdos politico ou sociais de partidos que diariamente, discutem permanentemente assuntos que em nada interressarão ao País e nos assolam de forma incessante e cansativa, sem que haja uma certa displicência nos deputados pela forma com que assuntos ditos sérios, possam ser constantemente escamoteados e extrapolados num vazio em que contemplo coma certa triteza, diria que é contrário à razão funcional dum parlamento!? Não aceito divisionismos nem contestações em matérias que não tenham como fundamento fulcral a destituição da verdadeira democracia na sua plena amplitude de modo a que o verdadeiro sentido, transpareça, hoje e agora. Urge a necessidade de demonstra-lo para que nasça uma nova ordem, uma nova entidade de cara lavada com qualidade representativa acrescida de preceitos democráticos, que a mesma reponha os valores básicos daquilo que todos nós devemos proclamar que seja um parlamento e maneira como este se faz apresentar. As simbologias partidárias já se revelarem desgastadas com o tempo, mas ainda persiste quem as defenda, as formas intentadas por facções politicas, infligem à nossa debilitada democracia, a forma desconcertante e descontinuada de transmissão participativa de cidadãos.
Portugal é de todos e a todos deverá interessar a forma como se ruma ao futuro, penso que essa forma seja apenas possível no colectivo, não estamos na altura certa, nem em formas de transição politicas ou divisionárias, embora a ideia não se revele inovadora será aquela que detém a veracidade de um principio de mudança.
Não serei propriamente um cidadão satisfeito, embora o mesmo sentimento seja comum à maioria dos Portugueses, os sintomas que derivam das políticas de acordo e de bem parecer, parece-me há muito desadequadas é importante que se reconheça isto, é importante, que saibamos construir em vez de nos dirimir em discussões que não nos levam a parte alguma.
Portugal não merece ser visitada e os portugueses não merecem nosso reconhecimento http://www.polibiobraga.com.br/ ...«Há apenas uma semana, em apenas quatro anos, o editor desta página visitou pela quinta vez Lisboa, arrependendo-se pela quarta vez de ter feito i sto. Portugal não merece ser visitada e os portugueses não merecem nosso reconhecimento. É como visitar a casa de um parente malquisto, invejoso e mal educado. Na sexta e no sábado, dias 24 e 25, Portugal submergiu diante de um dilúvio e mais uma vez mostrou suas mazelas. O País real ficou diante de todos. Portugal é bonito por fora e podre por dentro. O dinheiro que a União Européia alcançou generosamente para que os portugueses saíssem do buraco e alcançassem seus sócios, foi desperdiçado em obras desnecessárias ou suntuosas. Hoje, existe obra demais e dinheiro de menos. O pior de tudo é que foi essa gente que descobriu e colonizou o Brasil. É impossível saber se o pior para os brasileiros foi a herança maldita portuguesa...
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